sexta-feira, abril 16, 2010

Fonte Férrea, S. Brás de Alportel

Mais um dia de passeio, mais um local visitado...

Desta vez, fui até S. Brás de Alportel, mais precisamente até à conhecida "Fonte Férrea".

Localizado a norte de S. Brás, no sentido da antiga estrada para Lisboa, a seguir á localidade de Alportel temos uma indicação à direita.... siga por aí!

Começamos a descer e entramos numa zona circundada de sobreiros (Quercus suber) e de outra vegetação arbustiva e rasteira, típica da serra algarvia...

Podemos ainda observar o que resta de um valado típico na região ( e todo o país), onde a técnica e arte dos nossos ancestrais perduram até aos dias de hoje.



Repare-se como os muros de pedra da região são sólidos e não contêm aquilo que hoje estamos tão habituados a ver...betão!

Descemos mais um pouco e chegamos ao parque de estacionamento, bastantes espaçoso, limpo e ordenado. Estacione a viatura e vá dar um passeio a pé...





Vai observar um magnífico parque de merendas e excelente zonas para os famosos piqueniques, tão agradáveis em qualquer época do ano, em especial naqueles dias de calor...






As mesas disponíveis não são muitas, é certo, em especial em dias como o de este fim-de-semana de sol, mas existem muitas áreas á volta da ribeira onde poderá estender uma manta e deleitar-se a ouvir o barulho da água, dos pássaros e das crianças que brincam na água...














Poderá aproveitar e molhar os pés nesta água límpida, mas aviso já, que é gelada!

Mais alguém aproveitou para molhar não só os pés (patas), mas todo o corpo! Afinal há que refrescar todo o corpo...











Vejam só o ar de felicidade da menina...

Aproveite ainda para dar um passeio pelos trilhos á volta da ribeira... verá que vai gostar...

Observe as imensas e variadas espécies de plantas á sua volta, as suas cores e aromas... mas respeite o local e tudo o que nele se encontra... não leve nada para casa. Deixe para que o próximo possa observar o mesmo e mais!








É um dia muito bem passado. Só ou com companhia... aproveite o que de melhor a natureza lhe dá e ainda pode usufruir sem custos adicionais...
Já agora, e como informação, este é um excelente local para a prática de downhill, com excelentes acessos. Aliás, é considerado a meca do Downhill no Algarve, com cerca de 10 pistas com graus de dificuldade e técnica para todos os gostos...
Divirta-se... e bons passeios...!

sábado, abril 10, 2010

Cacela Velha - Vila Real de Sto. António

Mais um dia de passeio pelas bonitas Vilas e Aldeias do nosso Algarve Rural, desta feita:


Cacela Velha... e voltou a magia de outros tempos!

Entrando pela EN125, entre Vila Real de Stº. António e Tavira, encontramos estas placas que indicam a saída. (Perdoem-me pela má qualidade da mesma, mas houve uma pequena falha técnica, que prometo corrigir logo que possível). Dêem um pulo ás duas localidades mencionadas: Cacela Velha e Sítio da Fábrica. Vai valer a pena...


Trago-vos hoje, algumas imagens de Cacela Velha, pequena aldeia em varanda sobre um dos extremos da Ria Formosa, que mantem até hoje, a magia de outros tempos.



Delicada, muito pequenina, cheia de histórias, com um legado único de antepassados que por ali passaram, deixando a sua marca indelével, permitindo hoje espreitar o passado.










A aldeia, um conjunto arquitectónico harmonioso, detém a
credencial de Imóvel de Interesse Público desde 23 de Setembro de 1983.





Ao entrar na aldeia, começamos por pisar um belíssimo pavimento em calçada portuguesa, remetendo-nos desde logo para outros tempo...

Ruas estreitas, muito bem caiadas de branco e limpas, guiam-nos até á Igreja Matriz, no limite a sul da aldeia. Aí, vemos uma das mais belas paisagens e cenário deste sul algarvio:





o melhor de Cacela!





É simplesmente fantástico observar o sol deitando-se de mansinho no espelho d'água que se estende até onde a nossa vista alcança...




Continuando a caminhada, contornamos a Igreja Matriz, seguimos ao longo do muro em direcção ao centro da aldeia e chegamos ao largo em frente à Fortaleza.


Esta Fortaleza foi mandada construir no reinado de D. João III ou de D. Sebastião, visto o castelo árabe-medieval escontrar-se, à época, quase totalmente desmantelado. O edifício sofreu várias vicissitudes ao longo da sua existência, tendo ficado praticamente destruido com o terramoto de 1755. Foi mandada reconstruir por D. Rodrigo de Noronha em 1770, prolongando-se os trabalhos até 1794.


Na actualidade, as dependências da Fortaleza estão ocupadas pela Brigada Fiscal da GNR e o seu acesso ao interior carece de autorização.












Mais uma magnífica imagem, desta vez no sentido de Vila Real de Santo António...




No largo central podemos observar esta nora, donde ainda é possível retirar água para o consumo dos populares



Em frente á entrada para a Fortaleza, podemos observar as Casas da Câmara. Edificações térreas situadas no limite da povoação, junto á antiga cerca árabe-medieval. A antiga cadeia ocupava uma destas casas e as cavalariças outra.


Estas edificações, que aparecem indicadas em cartas dos séc. XVII e XVIII foram entretanto transformadas em casas para habitação, mantendo no entanto os duplos beirais da construção inicial.


As


Casas, caiadas de branco, com o tradicional azul cobalto e amarelas nas barras das frontarias cintilam quando expostas aos raios solares num lindo dia como este. Por momentos, até parece que estou numa outra aldeia, no meio do Alentejo, minha terra mãe... e o tempo parou!

Também eu parei, ao ver a Maggie a dar uma pequena corrida a este gatinho, que na sua natural calma, se espreguiçava sobre os ramos de uma árvore.










Mas o gatito, na sua ideia, bem sabia que estava bem seguro onde estava, e pouco se ralou com a situação, observando o horizonte, talvez em busca do seu jantar!



Iniciámos a nossa caminhada de volta ao Xaimite, e quase a sair, observo os nomes de uma dada rua, e penso:
"Senhores dirigentes deste nosso pedaço á beira mar plantado: temos história, usem-na e divulgem o que de melhor temos neste periodo tão conturbado em que vivemos."
Isto são nomes de ruas. Representam algo. A hsitória do local, das suas gentes, do seu passado e daqueles que lutaram para nós pudermos ver estas (cada vez menos) maravilhas do nosso país...
Rua das Violetas, Rua das Oliveiras....o que é isso???????
Daqui seguimos para a Fábrica, mas essas imagens ficam para outro dia...

Bons passeios e divirtam-se por esse Portugal fora!

terça-feira, março 30, 2010

Esperar... mais uma vez!

Há um momento nas nossas vidas em que tudo muda. Desmorona. E, as imagens que se criaram ao longo das nossas vidas, desvanecem-se... simplesmente!

A espera de algo, torna-se algo inantigível. Tal como num sonho em que esperamos ver o final ou reconhecer o rosto que está à nossa frente mas que por uma razão que só os psicólogos conhecem, não conseguimos ver, acordamos e não existe nada... apenas as paredes do nosso quarto e circundar-nos.

Esperar... o quê?!? Mais uma vez...esperar...



Esperar que tudo mude. Para melhor, pedimos:

- "Que o nosso amor nos reconheça, que nos abrace, aconchegue";

- "Que aquele sorriso tonto e apaixonado não nos saia do rosto (de ambos), nunca";

- "Que aquilo que identificamos como felicidade, esteja conosco sempre";

- "Que as decisões que se tomam a sós ou acompanhados, sejam as melhores e únicas possíveis de executar"

- "Que haja alguém que "discuta" conosco sobre uma decisão a tomar, que envolva o futuro de duas pessoas que se amam..."

-"Que não exista nunca a dúvida ou desconfiança entre aqueles que amamos. Principalmente a nossa cara-metade."

Só isso. Esperar para tomar a decisão certa, sem dúvidas...





Foi por isso que esperei e é por isso que ainda espero...

quarta-feira, março 03, 2010

Ilha da Madeira - ainda a tragédia...

Vejam a seguinte reportagem que vai de encontro aquilo que referi há alguns dias atrás acerca da tragédia ocorrida na Madeira, e do que o Homem insiste em contrariar...

http://www.youtube.com/watch?v=aTf0h3nobAs

mais palavras não são necessárias. Por muitas justificações que se deêm, há que pensar sempre em fazer o melhor, e não culpar os outros....

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Rumo à Antárctica

Hilariante! Divertido e..... QUE INVEJA!!!!!

Eu também queria......

Mas não faz mal, vou acompanhando através do blog deles que é quase como estar lá!

Divirtam-se muito por lá e cuidado com o vodka!

http://www.rumoantarctica.com/



Vamos concretizar um sonho! Vota Luís Pingu Monteiro!

Ilha da Madeira - Portugal

É difícil falar nesta região sem o sentimento de pesar, lamento e solidariedade para com as pessoas que vivem nesta região e que de um momento para o outro viram a sua vida literalmente a "andar para trás".
A força da Natureza, uma vez mais, ditou e mostrou, que não é o Homem que controla a Natureza, mas o oposto. E num breve momento (horas ou minutos) é possível mudar toda a vida e rumo de uma população, arrastando consigo vidas de inocentes que estavam no momento e lugar errado, na hora errada.

A minha questão, e o que me deixa continuamente perplexa é o facto de o Homem, embora não podendo nunca prever o "pensamento" da Natureza e da casualidade, insistir em ser o SER SUPERIOR! Não o é! Nunca o poderá ser, pois por muito engenhocas e evoluído que seja, não consegue atingir o mais simples da vida: não alteres ou mudes o que demonstrou funcionar bem.

O que quero dizer com estas palavras?
Pois bem, cá vai e lamento ir ferir algumas susceptibilidades, mas as verdades por vezes magoam: será que é necessário tapar, desviar, estrangular ou colocar obstáculos em ribeiras, rios e similares, mesmo sabendo que só em casos especiais e caudal é forte? Não? Então o que aconteceu na Madeira? Umas horas de chuva causaram aluimentos de terras, arrastamento de pedras, árvores e outros pelas barreiras abaixo até ao mar, arrastando tudo na sua frente. Pontes, estradas, casas..... e porquê? Já pensaram nisso?

Construir junto ao mar, junto aos rios para poder sair á rua e molhar os pés, construir abaixo do nível do mar, sobre dunas ou barreiras onde se pode ver o horizonte melhor que o vizinho que está na frente, ocupar terrenos que têm dono (Natureza)... enfim, um sem fim de pormenores que em época de bonaza trás felicidade e benefícios económicos para os próprios. Mas, em casos de desgraça, trás tristeza e despesa para todos.

E isso meus amigos é o que quero apontar. E gostava que todos pensassem um pouco naquilo que todos andamos a fazer: desenvolvimento NÃO SUSTENTÁVEL! Destruição maciça daquilo que é de todos e que a ninguém deveria pertencer económica ou politicamente! É o que a Natureza nos está a demonstrar.

Venham de lá esses PDM's e afins com pés e cabeça e a pensar nos maus momentos. Não apenas no lucro e dias de sol! Pensem nas populações que têm que viver nessas regiões um ano inteiro, enquanto os políticos usufruem dessas mesmas áreas apenas nas férias (de Verão, preferencialmente ou festas e feriados).

Será que irá fazer muita diferença caminhar um pouco mais para ficar mais a salvo de possíveis torrentes de água que possam surgir a qualquer momento?
Será que investir um pouco em redes de drenagem e limpezas de cursos naturais de água poderão alterar muito o buraco nos bolsos dos contribuintes?
Será que planear melhor zonas habitacionais/industriais/verdes é tão complicado e trabalhoso?
...

E isto não é só na Madeira! Vejam as notícias de hoje e dos dias que passaram....inundações...fogos...terramotos...tsunamis...vidas perdidas...

Tanta engenharia e ainda não se consegue engendrar uma forma de atenuar estes números?

Vale a pena pensar nisso...

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Ainda as Maravilhas...

Pois é. As minhas maravilhas não passaram ás semi-finais.
Não faz mal, pois noutra altura será concerteza consagrada. Tudo a seu tempo, e outras belezas vencerão desta vez.

Não conheço algumas delas, outras sim, mas aquelas que ainda não conheço, vou fazer questão de as procurar e admirar.

Venham mais iniciativas destas, pois Portugal precisa de ter orgulho naquilo que ninguém mais tem: beleza natural e (ainda) pouco mexida e a um passo de distância.

Bons passeios...

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Grândola nas Maravilhas...

Li, há uns dias, que algumas das jóias do meu Concelho são candidatas ás 7 Maravilhas Naturais de Portugal. Sou em dizer, e sem descrédito a outras regiões na corrida, que é merecido!

Sabe, quem conhece, que existe uma beleza natural e até selvagem nas paisagens que se apresentam. Convido por isso a uma visita (nem que seja virtual) a essas zonas em questão.

Falando um pouco do que conheço,, nomeadamente a Serra de Grândola (sim, existe uma Serra na região!!!!), posso dizer que só quando se chega ao topo de um de muitos miradouros utilizados para a vigilância e prevenção de fogos, é que visualizamos e percebemos a verdadeia dimensão do arvoredo que nos circunda. Do alto dos seus 325 metros, surge como uma ilha de relevo em contraste com a planície envolvente estando classificado como biótipo no programa Corine e constitui um património botânico, biológico e paisagístico. Sobreiros e mais sobreiros a perder de vista, e lá ao fundo, na linha do horizonte, o tom prateado do oceano... Uma imagem de postal, nostálgica, linda e única. Praia de Melides, Dezembro de 2004

Por outro lado, toda a Frente Atlântica do Concelho de Grândola, suas praias, dunas e paisagens, bem merecem uma visita (Verão ou Inverno) para as contemplar. A Frente Atlântica do Concelho de Grândola, entre o Oceano Atlântico e a Planície Alentejana com cerca de 45km de extensão, oferece uma riqueza natural e paisagística única, desde o extremo da península de Tróia com a sua Reserva Botânica, passando pelas Arribas Fósseis da praia da Galé até à praia de Melides com o seu sistema lagunar.
Visitem. Vale a pena. E já agora aproveitem as maravilhas gastronómicas da região: mel, pinhão, iguarias de porco, peixe, mariscos, borrego,..... hum, que saudades.....

quarta-feira, dezembro 09, 2009

O velho "TGV"

Num momento em que tanto se fala da Construção da linha de alta velocidade - TGV, aqui fica uma lemprete áquilo que um dia existiu e agora apenas deixa memórias nostálgicas de quem viveu nesta época.


Memória triste da Linha do Sabor, uma excelente fotoreportagem de Paulo Pimenta, retirado da página do Público (online).

Já agora, para aqueles que gostam de História ou que tenham curiosidade sobre este tema, visitem este sitio, que é muito interessante: http://comboios.home.sapo.pt/hist_p.html. Aqui poderão consultar tudo sobre o tema, desde a breve história dos Caminhos de Ferro Portugueses, datas de inauguração de linhas e troços, acontecimentos curiosos e até visualizar fotografias ferroviárias. Vale a pena o momento "perdido". Visite...

Já agora: Vale a pena reflectir e pensar naquilo que temos (ou tinhamos...) e que insistimos em desvalorizar ou esquecer...

segunda-feira, novembro 23, 2009

Rhynchophorus ferrugineus Olivier

Muito se tem falado nos últimos anos desta praga. Referido muitas vezes como o "Escaravelho das Palmeiras", para o comum dos mortais, tem no entanto este nome técnico: Rhyncophorus ferrugineus Olivier. E pertence á família dos Curculionidae.

Bichinho com umas cores bonitas, tem no entanto um génio bastante destruidor e é extremamente resistente a várias intempéries. Sabiam que os bicharocos desta família apresentam registos fósseis da Era do Peistocénico, ie, há cerca de 1 milhão de anos atrás????

Não obstante a sua longa história neste planeta, o mesmo, e na Era actual é também bastante viajado. Nem que seja pelos meios de transporte actuamente disponíveis! Sim, porque voôs Low Cost é coisa que não falta por aí!

Sendo originário do sudoeste asiático: Sumatra, Borneu, Malásia e Índia, a sua presença na Peninsula Ibérica não se fez tardar. Tendo invadido os nossos vizinhos de uma forma agressiva, acabou por passar a fronteira e cá está! "Finalmente e infelizmente" chegou a este paraíso à beira-mar plantado...

Gostos "culinários" do bicho:


Para falar das mais conhecidas:







Cocos nucífera (coqueiro),

















Phoenix dactylifera (Tamareira);












Phoenix canariensis;
















Washingtonia sp.;






Agave americana....e outras mais, menos comuns na nossa paisagem ou paisagismo.









Embora inicialmente nao seu habitat de origem a sua presença fosse maioritariamente nas palmeiras do tipo Elais guineensis e Cocos nucífera, noutros países onde a praga se foi introduzindo porteriormente, detectou-se a sua presença noutros hospedeiros bem mais atractivos: Ph. dactylifera e Ph. canariensis, inclusivé nas Agaves!

O diagnóstico é simples: olhem para o crescimento das folhas na parte central da palmeira. Se as folhas não apresentarem um desenvolvimento erecto, com alguma atrofia, então não esperem mais! Contactem alguém especialista no tratamento de palmeiras, ou um qualquer viveiro de plantas nas redondezas, que eles poderão aprofundar o diagnóstico e proceder ao seu tratamento atempado.



NÃO ESPEREM POR VER CAIR AS FOLHAS! AÍ, MEUS CAROS, ERA UMA VEZ UMA LINDA PALMEIRA QUE DEIXARAM MORRER!




















Não pretendo aqui desenvolver uma tese sobre diagnóstico, danos e controlo da praga, pois para isso existem outros sitios na Net que podem consultar ou bibliografia bastante interessante, que recomendo na minha lista de livros.

O que pretendo é alertar para esta situação. Não parece ainda ter atingido seriamente a consciência da nossa população no geral. Por isso, sinto-me na obrigação de fazer mais um esforço nesse sentido. Mas, não só à população, mas aos nossos dirigentes, que parecem mais centrados em arrumar os escritórios onde agora estão sentados, do que visitarem os seus pontos históricos das suas terras.

Olhem á volta! Será que não sentem a falta daquela palmeira, onde sob as suas folhas se sentavam os "velhotes" da aldeia ou do bairro a ver as moças e as modas passarem?

Será que não repararam ainda nas folhas caídas daquela outra palmeira na praça, que agora morreu e deixa um vazio na paisagem?

Se ainda não repararam, dou-vos aqui uns exemplos:








Fotos tiradas na zona de Lagos (Chinicato) e Praia de Faro.





Para mais informações sobre a identificação da praga e tratamentos, consulte também o site de uma colega de profissão, com bastante informação detalhada:

http://rhynchophorusferrugineus.blogspot.com/

sexta-feira, abril 16, 2010

Fonte Férrea, S. Brás de Alportel

Mais um dia de passeio, mais um local visitado...

Desta vez, fui até S. Brás de Alportel, mais precisamente até à conhecida "Fonte Férrea".

Localizado a norte de S. Brás, no sentido da antiga estrada para Lisboa, a seguir á localidade de Alportel temos uma indicação à direita.... siga por aí!

Começamos a descer e entramos numa zona circundada de sobreiros (Quercus suber) e de outra vegetação arbustiva e rasteira, típica da serra algarvia...

Podemos ainda observar o que resta de um valado típico na região ( e todo o país), onde a técnica e arte dos nossos ancestrais perduram até aos dias de hoje.



Repare-se como os muros de pedra da região são sólidos e não contêm aquilo que hoje estamos tão habituados a ver...betão!

Descemos mais um pouco e chegamos ao parque de estacionamento, bastantes espaçoso, limpo e ordenado. Estacione a viatura e vá dar um passeio a pé...





Vai observar um magnífico parque de merendas e excelente zonas para os famosos piqueniques, tão agradáveis em qualquer época do ano, em especial naqueles dias de calor...






As mesas disponíveis não são muitas, é certo, em especial em dias como o de este fim-de-semana de sol, mas existem muitas áreas á volta da ribeira onde poderá estender uma manta e deleitar-se a ouvir o barulho da água, dos pássaros e das crianças que brincam na água...














Poderá aproveitar e molhar os pés nesta água límpida, mas aviso já, que é gelada!

Mais alguém aproveitou para molhar não só os pés (patas), mas todo o corpo! Afinal há que refrescar todo o corpo...











Vejam só o ar de felicidade da menina...

Aproveite ainda para dar um passeio pelos trilhos á volta da ribeira... verá que vai gostar...

Observe as imensas e variadas espécies de plantas á sua volta, as suas cores e aromas... mas respeite o local e tudo o que nele se encontra... não leve nada para casa. Deixe para que o próximo possa observar o mesmo e mais!








É um dia muito bem passado. Só ou com companhia... aproveite o que de melhor a natureza lhe dá e ainda pode usufruir sem custos adicionais...
Já agora, e como informação, este é um excelente local para a prática de downhill, com excelentes acessos. Aliás, é considerado a meca do Downhill no Algarve, com cerca de 10 pistas com graus de dificuldade e técnica para todos os gostos...
Divirta-se... e bons passeios...!

sábado, abril 10, 2010

Cacela Velha - Vila Real de Sto. António

Mais um dia de passeio pelas bonitas Vilas e Aldeias do nosso Algarve Rural, desta feita:


Cacela Velha... e voltou a magia de outros tempos!

Entrando pela EN125, entre Vila Real de Stº. António e Tavira, encontramos estas placas que indicam a saída. (Perdoem-me pela má qualidade da mesma, mas houve uma pequena falha técnica, que prometo corrigir logo que possível). Dêem um pulo ás duas localidades mencionadas: Cacela Velha e Sítio da Fábrica. Vai valer a pena...


Trago-vos hoje, algumas imagens de Cacela Velha, pequena aldeia em varanda sobre um dos extremos da Ria Formosa, que mantem até hoje, a magia de outros tempos.



Delicada, muito pequenina, cheia de histórias, com um legado único de antepassados que por ali passaram, deixando a sua marca indelével, permitindo hoje espreitar o passado.










A aldeia, um conjunto arquitectónico harmonioso, detém a
credencial de Imóvel de Interesse Público desde 23 de Setembro de 1983.





Ao entrar na aldeia, começamos por pisar um belíssimo pavimento em calçada portuguesa, remetendo-nos desde logo para outros tempo...

Ruas estreitas, muito bem caiadas de branco e limpas, guiam-nos até á Igreja Matriz, no limite a sul da aldeia. Aí, vemos uma das mais belas paisagens e cenário deste sul algarvio:





o melhor de Cacela!





É simplesmente fantástico observar o sol deitando-se de mansinho no espelho d'água que se estende até onde a nossa vista alcança...




Continuando a caminhada, contornamos a Igreja Matriz, seguimos ao longo do muro em direcção ao centro da aldeia e chegamos ao largo em frente à Fortaleza.


Esta Fortaleza foi mandada construir no reinado de D. João III ou de D. Sebastião, visto o castelo árabe-medieval escontrar-se, à época, quase totalmente desmantelado. O edifício sofreu várias vicissitudes ao longo da sua existência, tendo ficado praticamente destruido com o terramoto de 1755. Foi mandada reconstruir por D. Rodrigo de Noronha em 1770, prolongando-se os trabalhos até 1794.


Na actualidade, as dependências da Fortaleza estão ocupadas pela Brigada Fiscal da GNR e o seu acesso ao interior carece de autorização.












Mais uma magnífica imagem, desta vez no sentido de Vila Real de Santo António...




No largo central podemos observar esta nora, donde ainda é possível retirar água para o consumo dos populares



Em frente á entrada para a Fortaleza, podemos observar as Casas da Câmara. Edificações térreas situadas no limite da povoação, junto á antiga cerca árabe-medieval. A antiga cadeia ocupava uma destas casas e as cavalariças outra.


Estas edificações, que aparecem indicadas em cartas dos séc. XVII e XVIII foram entretanto transformadas em casas para habitação, mantendo no entanto os duplos beirais da construção inicial.


As


Casas, caiadas de branco, com o tradicional azul cobalto e amarelas nas barras das frontarias cintilam quando expostas aos raios solares num lindo dia como este. Por momentos, até parece que estou numa outra aldeia, no meio do Alentejo, minha terra mãe... e o tempo parou!

Também eu parei, ao ver a Maggie a dar uma pequena corrida a este gatinho, que na sua natural calma, se espreguiçava sobre os ramos de uma árvore.










Mas o gatito, na sua ideia, bem sabia que estava bem seguro onde estava, e pouco se ralou com a situação, observando o horizonte, talvez em busca do seu jantar!



Iniciámos a nossa caminhada de volta ao Xaimite, e quase a sair, observo os nomes de uma dada rua, e penso:
"Senhores dirigentes deste nosso pedaço á beira mar plantado: temos história, usem-na e divulgem o que de melhor temos neste periodo tão conturbado em que vivemos."
Isto são nomes de ruas. Representam algo. A hsitória do local, das suas gentes, do seu passado e daqueles que lutaram para nós pudermos ver estas (cada vez menos) maravilhas do nosso país...
Rua das Violetas, Rua das Oliveiras....o que é isso???????
Daqui seguimos para a Fábrica, mas essas imagens ficam para outro dia...

Bons passeios e divirtam-se por esse Portugal fora!

terça-feira, março 30, 2010

Esperar... mais uma vez!

Há um momento nas nossas vidas em que tudo muda. Desmorona. E, as imagens que se criaram ao longo das nossas vidas, desvanecem-se... simplesmente!

A espera de algo, torna-se algo inantigível. Tal como num sonho em que esperamos ver o final ou reconhecer o rosto que está à nossa frente mas que por uma razão que só os psicólogos conhecem, não conseguimos ver, acordamos e não existe nada... apenas as paredes do nosso quarto e circundar-nos.

Esperar... o quê?!? Mais uma vez...esperar...



Esperar que tudo mude. Para melhor, pedimos:

- "Que o nosso amor nos reconheça, que nos abrace, aconchegue";

- "Que aquele sorriso tonto e apaixonado não nos saia do rosto (de ambos), nunca";

- "Que aquilo que identificamos como felicidade, esteja conosco sempre";

- "Que as decisões que se tomam a sós ou acompanhados, sejam as melhores e únicas possíveis de executar"

- "Que haja alguém que "discuta" conosco sobre uma decisão a tomar, que envolva o futuro de duas pessoas que se amam..."

-"Que não exista nunca a dúvida ou desconfiança entre aqueles que amamos. Principalmente a nossa cara-metade."

Só isso. Esperar para tomar a decisão certa, sem dúvidas...





Foi por isso que esperei e é por isso que ainda espero...

quarta-feira, março 03, 2010

Ilha da Madeira - ainda a tragédia...

Vejam a seguinte reportagem que vai de encontro aquilo que referi há alguns dias atrás acerca da tragédia ocorrida na Madeira, e do que o Homem insiste em contrariar...

http://www.youtube.com/watch?v=aTf0h3nobAs

mais palavras não são necessárias. Por muitas justificações que se deêm, há que pensar sempre em fazer o melhor, e não culpar os outros....

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Rumo à Antárctica

Hilariante! Divertido e..... QUE INVEJA!!!!!

Eu também queria......

Mas não faz mal, vou acompanhando através do blog deles que é quase como estar lá!

Divirtam-se muito por lá e cuidado com o vodka!

http://www.rumoantarctica.com/



Vamos concretizar um sonho! Vota Luís Pingu Monteiro!

Ilha da Madeira - Portugal

É difícil falar nesta região sem o sentimento de pesar, lamento e solidariedade para com as pessoas que vivem nesta região e que de um momento para o outro viram a sua vida literalmente a "andar para trás".
A força da Natureza, uma vez mais, ditou e mostrou, que não é o Homem que controla a Natureza, mas o oposto. E num breve momento (horas ou minutos) é possível mudar toda a vida e rumo de uma população, arrastando consigo vidas de inocentes que estavam no momento e lugar errado, na hora errada.

A minha questão, e o que me deixa continuamente perplexa é o facto de o Homem, embora não podendo nunca prever o "pensamento" da Natureza e da casualidade, insistir em ser o SER SUPERIOR! Não o é! Nunca o poderá ser, pois por muito engenhocas e evoluído que seja, não consegue atingir o mais simples da vida: não alteres ou mudes o que demonstrou funcionar bem.

O que quero dizer com estas palavras?
Pois bem, cá vai e lamento ir ferir algumas susceptibilidades, mas as verdades por vezes magoam: será que é necessário tapar, desviar, estrangular ou colocar obstáculos em ribeiras, rios e similares, mesmo sabendo que só em casos especiais e caudal é forte? Não? Então o que aconteceu na Madeira? Umas horas de chuva causaram aluimentos de terras, arrastamento de pedras, árvores e outros pelas barreiras abaixo até ao mar, arrastando tudo na sua frente. Pontes, estradas, casas..... e porquê? Já pensaram nisso?

Construir junto ao mar, junto aos rios para poder sair á rua e molhar os pés, construir abaixo do nível do mar, sobre dunas ou barreiras onde se pode ver o horizonte melhor que o vizinho que está na frente, ocupar terrenos que têm dono (Natureza)... enfim, um sem fim de pormenores que em época de bonaza trás felicidade e benefícios económicos para os próprios. Mas, em casos de desgraça, trás tristeza e despesa para todos.

E isso meus amigos é o que quero apontar. E gostava que todos pensassem um pouco naquilo que todos andamos a fazer: desenvolvimento NÃO SUSTENTÁVEL! Destruição maciça daquilo que é de todos e que a ninguém deveria pertencer económica ou politicamente! É o que a Natureza nos está a demonstrar.

Venham de lá esses PDM's e afins com pés e cabeça e a pensar nos maus momentos. Não apenas no lucro e dias de sol! Pensem nas populações que têm que viver nessas regiões um ano inteiro, enquanto os políticos usufruem dessas mesmas áreas apenas nas férias (de Verão, preferencialmente ou festas e feriados).

Será que irá fazer muita diferença caminhar um pouco mais para ficar mais a salvo de possíveis torrentes de água que possam surgir a qualquer momento?
Será que investir um pouco em redes de drenagem e limpezas de cursos naturais de água poderão alterar muito o buraco nos bolsos dos contribuintes?
Será que planear melhor zonas habitacionais/industriais/verdes é tão complicado e trabalhoso?
...

E isto não é só na Madeira! Vejam as notícias de hoje e dos dias que passaram....inundações...fogos...terramotos...tsunamis...vidas perdidas...

Tanta engenharia e ainda não se consegue engendrar uma forma de atenuar estes números?

Vale a pena pensar nisso...

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Ainda as Maravilhas...

Pois é. As minhas maravilhas não passaram ás semi-finais.
Não faz mal, pois noutra altura será concerteza consagrada. Tudo a seu tempo, e outras belezas vencerão desta vez.

Não conheço algumas delas, outras sim, mas aquelas que ainda não conheço, vou fazer questão de as procurar e admirar.

Venham mais iniciativas destas, pois Portugal precisa de ter orgulho naquilo que ninguém mais tem: beleza natural e (ainda) pouco mexida e a um passo de distância.

Bons passeios...

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Grândola nas Maravilhas...

Li, há uns dias, que algumas das jóias do meu Concelho são candidatas ás 7 Maravilhas Naturais de Portugal. Sou em dizer, e sem descrédito a outras regiões na corrida, que é merecido!

Sabe, quem conhece, que existe uma beleza natural e até selvagem nas paisagens que se apresentam. Convido por isso a uma visita (nem que seja virtual) a essas zonas em questão.

Falando um pouco do que conheço,, nomeadamente a Serra de Grândola (sim, existe uma Serra na região!!!!), posso dizer que só quando se chega ao topo de um de muitos miradouros utilizados para a vigilância e prevenção de fogos, é que visualizamos e percebemos a verdadeia dimensão do arvoredo que nos circunda. Do alto dos seus 325 metros, surge como uma ilha de relevo em contraste com a planície envolvente estando classificado como biótipo no programa Corine e constitui um património botânico, biológico e paisagístico. Sobreiros e mais sobreiros a perder de vista, e lá ao fundo, na linha do horizonte, o tom prateado do oceano... Uma imagem de postal, nostálgica, linda e única. Praia de Melides, Dezembro de 2004

Por outro lado, toda a Frente Atlântica do Concelho de Grândola, suas praias, dunas e paisagens, bem merecem uma visita (Verão ou Inverno) para as contemplar. A Frente Atlântica do Concelho de Grândola, entre o Oceano Atlântico e a Planície Alentejana com cerca de 45km de extensão, oferece uma riqueza natural e paisagística única, desde o extremo da península de Tróia com a sua Reserva Botânica, passando pelas Arribas Fósseis da praia da Galé até à praia de Melides com o seu sistema lagunar.
Visitem. Vale a pena. E já agora aproveitem as maravilhas gastronómicas da região: mel, pinhão, iguarias de porco, peixe, mariscos, borrego,..... hum, que saudades.....

quarta-feira, dezembro 09, 2009

O velho "TGV"

Num momento em que tanto se fala da Construção da linha de alta velocidade - TGV, aqui fica uma lemprete áquilo que um dia existiu e agora apenas deixa memórias nostálgicas de quem viveu nesta época.


Memória triste da Linha do Sabor, uma excelente fotoreportagem de Paulo Pimenta, retirado da página do Público (online).

Já agora, para aqueles que gostam de História ou que tenham curiosidade sobre este tema, visitem este sitio, que é muito interessante: http://comboios.home.sapo.pt/hist_p.html. Aqui poderão consultar tudo sobre o tema, desde a breve história dos Caminhos de Ferro Portugueses, datas de inauguração de linhas e troços, acontecimentos curiosos e até visualizar fotografias ferroviárias. Vale a pena o momento "perdido". Visite...

Já agora: Vale a pena reflectir e pensar naquilo que temos (ou tinhamos...) e que insistimos em desvalorizar ou esquecer...

segunda-feira, novembro 23, 2009

Rhynchophorus ferrugineus Olivier

Muito se tem falado nos últimos anos desta praga. Referido muitas vezes como o "Escaravelho das Palmeiras", para o comum dos mortais, tem no entanto este nome técnico: Rhyncophorus ferrugineus Olivier. E pertence á família dos Curculionidae.

Bichinho com umas cores bonitas, tem no entanto um génio bastante destruidor e é extremamente resistente a várias intempéries. Sabiam que os bicharocos desta família apresentam registos fósseis da Era do Peistocénico, ie, há cerca de 1 milhão de anos atrás????

Não obstante a sua longa história neste planeta, o mesmo, e na Era actual é também bastante viajado. Nem que seja pelos meios de transporte actuamente disponíveis! Sim, porque voôs Low Cost é coisa que não falta por aí!

Sendo originário do sudoeste asiático: Sumatra, Borneu, Malásia e Índia, a sua presença na Peninsula Ibérica não se fez tardar. Tendo invadido os nossos vizinhos de uma forma agressiva, acabou por passar a fronteira e cá está! "Finalmente e infelizmente" chegou a este paraíso à beira-mar plantado...

Gostos "culinários" do bicho:


Para falar das mais conhecidas:







Cocos nucífera (coqueiro),

















Phoenix dactylifera (Tamareira);












Phoenix canariensis;
















Washingtonia sp.;






Agave americana....e outras mais, menos comuns na nossa paisagem ou paisagismo.









Embora inicialmente nao seu habitat de origem a sua presença fosse maioritariamente nas palmeiras do tipo Elais guineensis e Cocos nucífera, noutros países onde a praga se foi introduzindo porteriormente, detectou-se a sua presença noutros hospedeiros bem mais atractivos: Ph. dactylifera e Ph. canariensis, inclusivé nas Agaves!

O diagnóstico é simples: olhem para o crescimento das folhas na parte central da palmeira. Se as folhas não apresentarem um desenvolvimento erecto, com alguma atrofia, então não esperem mais! Contactem alguém especialista no tratamento de palmeiras, ou um qualquer viveiro de plantas nas redondezas, que eles poderão aprofundar o diagnóstico e proceder ao seu tratamento atempado.



NÃO ESPEREM POR VER CAIR AS FOLHAS! AÍ, MEUS CAROS, ERA UMA VEZ UMA LINDA PALMEIRA QUE DEIXARAM MORRER!




















Não pretendo aqui desenvolver uma tese sobre diagnóstico, danos e controlo da praga, pois para isso existem outros sitios na Net que podem consultar ou bibliografia bastante interessante, que recomendo na minha lista de livros.

O que pretendo é alertar para esta situação. Não parece ainda ter atingido seriamente a consciência da nossa população no geral. Por isso, sinto-me na obrigação de fazer mais um esforço nesse sentido. Mas, não só à população, mas aos nossos dirigentes, que parecem mais centrados em arrumar os escritórios onde agora estão sentados, do que visitarem os seus pontos históricos das suas terras.

Olhem á volta! Será que não sentem a falta daquela palmeira, onde sob as suas folhas se sentavam os "velhotes" da aldeia ou do bairro a ver as moças e as modas passarem?

Será que não repararam ainda nas folhas caídas daquela outra palmeira na praça, que agora morreu e deixa um vazio na paisagem?

Se ainda não repararam, dou-vos aqui uns exemplos:








Fotos tiradas na zona de Lagos (Chinicato) e Praia de Faro.





Para mais informações sobre a identificação da praga e tratamentos, consulte também o site de uma colega de profissão, com bastante informação detalhada:

http://rhynchophorusferrugineus.blogspot.com/