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domingo, fevereiro 19, 2012

Passeio num Domingo cheio de sol á Quinta do Lago e Ludo

O lugar de passeio eleito para este dia de sol fantástico foi a Quinta do Lago, situado no Parque Natural da Ria Formosa.
Iniciámos o percurso no parque de estacionamento junto à ponte de acesso à famosa praia conhecida pela d'O Gigi. Seguimos pela esquerda, junto ao campo de golfe. Daí, seguimos sempre pelo trilho da esquerda, e fomos até ás salinas do Ludo, seguindo até ao caminho que vem da Ilha de Faro, para a Quinta do Lago. Daí, novamente até ao estacionamento. Distância, alguma...talvez 5 a 6 km. Tempo de caminhada, cerca de 2 horas e meia.

Sitio cheio de biodiversidade, onde as espécies mais evidentes são as aves, as plantas típicas destas paragens e os trilhos, sempre cheios de surpresas e de coisas novas. Senão, vejam...

Zona do Atlântico Parque, seguindo o trilho da esquerda em sentido ao Ludo. Vista Geral do lago.

Pato escondido num charco no meio dos eucaliptos

Alfarrobeira - Ceratonia siliqua, com um porte exemplar. Muito bonita e cuidada. Primeira paragem para fotos e descanso...

...da Maggie, que já começava a aqueçer! Mas estava muito contente com o passeio!

Perto da alfarrobeira, umas ruínas romanas de salga de peixe...que eu desconhecia por ali!

Pormenor das ruínas

Caminho sob os eucaliptus e acácias, ao longo do campo de golfe de S. Lourenço.

O tormento de muitas pessoas, mas de agrado de qualquer narizinho...Acácias em flor. Aqui o pormenor das suas flores.

Mais aves (patos, garças) num paraíso aqui tão perto.

Este, até se pôs de perfil, sem se mexer, para ficar bem na foto!

Os dois, juntinhos, Tête-a-tête a penicar o almocinho!

Flamingo, no meio dos patos, calmamente a petiscar.

Este, mal me deixou tirar esta foto, pois a maior parte do tempo, a sua cabeça estava mergulhada!
E assim se passou a tarde, calma e adorável, numa zona que para mim, é das mais importantes e belas do nosso Algarve.

Visitem e bons passeios...

domingo, novembro 14, 2010

Vila de Monchique e Fóia

Fóio - Setembro 2010. Aqui, as núvens estão abaixo de nós...
Fóia: ponto mais alto de todo o Algarve, com os seus cerca de 910 metros de altitude, transporta-nos para outra estação, mesmo em pleno dia de Verão. Neste dia, com cerca de 31ºC ao nível do mar, chegamos lá acima e a temperatura vai para os 12-13ºC!
Frio. Muito frio, para quem vai de vestes de Verão!

Ao chegar lá acima, podemos apreciar a vista sobre toda a Serra de Monchique, onde as árvores formam um verdejante tapete que cobre grande parte da Serra. Pena e triste, as manchas despovoadas de árvores que se avistam aqui e além, devido a "desastres" que o Homem  ainda insiste em manter e promover, com os fogos que se verificam ano após ano...
Subir ao cimo das pedras na Fóia.


 As árvores, como alguém escreveu, "formam um misterioso jardim, uma catedral natural que o mar emoldura no infinito."

Lá em cima, sentimos a fria briza e as núvens que por nós passam e nos fazem sentir como sendo "parte" da natureza, de forma nua e natural.







 Descemos, em sentido à Vila de Monchique. Pelo caminho, passando por caminhos emoldurados de vegetação luxuriante, fontes, ribeiros e regatos que a cada curva se vão descobrindo. É esta riqueza hidrológica que dá vida, cor e frescura a esta região.

Castanhas ainda dentro do "ouriço" em fase de amadurecimento.

Castanheiro (árvore adulta) - nome científico: Castanea sativa

Uma das espécies, entre muitas outras, que se evidenciam na paisagem, são os Castanheiros (Castanea sativa), que nesta altura do ano, nos fornecem o precioso fruto, que pelas ruas das nossas vilas e cidades nos fazem cescer a água na boca - as castanhas. Aqui, ainda em fase de maturação.
Caminhos na Serra da Monchique, entre Castanheiros e Eucaliptos.

Caminhos e mais caminhos, por entre árvores várias. Aqui, uma zona de eucaliptal.

A extracção de sienitos (usada nas pedras de calçada da região) e a extracção de cortiça, são duas das actividades económicas mais importantes na região, a par do engarrafamento da água de Monchique e da exploração florestal intensiva (eucaliptos e pinheiros).

Outras fontes de rendimento são os produtos agro-alimentares artesanais e a apicultura. A suinicultura e a agricultura de subsistência, em socalcos, tmabém são relevantes para a economia local. Convém referir a já famosa Feira dos Enchidos de Monchique!


Vistas panorâmicas da Serra, transporta-nos para várias direcções e orientações desde a Serra até ao mar, lá ao fundo...
Vista da Serra num dos muitos miradouros que se podem encontrar.

Vila de Monchique: arte e cultura popular encontram-se no centro da vila.
Descemos mais um pouco pela serra e chegamos á vila: Vila de Monchique.

Aqui, encontramos a tradição da vila, aliada à modernização, num misto de arte e tradição, que tanto motiva e incentiva o turismo local.
Alusão aos mais pequenos da vila.

Painel de azulejos, situado no centro da vila.

Vista panoramica da Vila de Monchique.

Mais uma das vistas da Serra de Monchique.


Vale a pena visitar, com calma e tempo, de forma a descobrir o que de genuíno ainda existe na nossa região.

Fui um dia muito bem passado, em família.

Ah, e já agora, não deixe de experimentar a melhor parte: a gastronomia local - doces e enchidos....hum!

Aprecie e....bons passeios.
Momentos da vida da Vila, onde o doutor conversava com os mais jovens da terra.

sexta-feira, junho 05, 2009

Tavira - Cabeça do Velho


Uma vez mais, e num agradável domingo de Junho, saímos para mais uma voltinha ao nosso Algarve interior (Sotavento Algarvio).


Por caminhos de serra, passámos por montes e vales e chegámos a esta localidade chamada de Cabeça do Velho.






Um sítio onde pareçe que o tempo parou e que o que vemos, é aquilo que alguns dos nossos antepassados, noutro século estavam a ver...




No cimo do monte, podemos ver a paisagem a 360º, muito para além do imaginável.

Paisagens ainda naturais com nenhuma ou pouca intervenção do Homen, e que nos permitem apreciar o lugar sem grandes interferências.


Paisagem límpida e livre de qualquer ruído, para além dos passaros ou qualquer viatura que por acaso ali circulava (que foram muito poucos, aliás!)










Pinheiros, Sobreiros, Medronheiros, Pistacias (daroeiras), Azinheiras, Oliveiras, Eucaliptus, Estevas, Romaninhos, Alfazemas e todos os suaves aromas da Natureza que nos ajudam a imaginar o cenário...

A cor do tronco de um sobreiro onde há dois anos foi retirada a cortiça (data referenciada no tronco), os fetos que ainda estão no seu pico, pois o calor ainda não apertou muito...


Andamos mais um pouco e chegamos então ao ponto mais alto da região. E aqui está o marco geodésico que o confirma:













Uma bonita imagem com o seu toque especial...
Uma mistura de religioso, sentido de conquista, marco para um momento no passado com um significado hoje comparado talvez à conquista dos céus, pelo maior arranha-céus construído numa qualquer cidade por esse mundo fora...

Quando puderem, dêem uma volta por aí e pode ser que encontrem este ou outro qualquer lugar de beleza idêntica ou maior...
Bons passeios...




















quinta-feira, junho 19, 2008

Albizia julibrissin - em flor

Hoje, trago-vos mais uma planta que pode ser vista em muitas ruas e avenidas das nossas vilas e cidades:


Albizia julibrissin assim se chama esta bonita árvore de pequeno porte.

Ainda há poucas semanas, não era mais do que um tronco com pequenos ramos que parecia nada prometer.



No entanto, esta semana, podem ver como ela ficou bonita.



Com uma cor que surpreende qualquer um, apresenta umas folhas com aparência muito suave e delicada, que sob uma pequena brisa, ondula de uma forma muito, muito elegante.




Uma vez que as flores aparecem sobre as folhas, quem poder contemplar esta árvore de cima, tem uma bonita imagem da sua beleza.




Relembro apenas que, tal como nós humanos podemos ser atraídos para a sua beleza, também os insectos, nomeadamente as abelhas, são bastante atraídos pelas suas flores. Assim, para quem não "gosta" de insectos ou se sinta incomodado com a sua presença, cuidado! Admirem-na á distância!


Eu, pessoalmente, considero esta árvore, uma das plantas deste mês de Junho, em que o sol tardou, mas depressa aqueceu...


Admirem-na, quando verem uma. Vale a pena...
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domingo, fevereiro 19, 2012

Passeio num Domingo cheio de sol á Quinta do Lago e Ludo

O lugar de passeio eleito para este dia de sol fantástico foi a Quinta do Lago, situado no Parque Natural da Ria Formosa.
Iniciámos o percurso no parque de estacionamento junto à ponte de acesso à famosa praia conhecida pela d'O Gigi. Seguimos pela esquerda, junto ao campo de golfe. Daí, seguimos sempre pelo trilho da esquerda, e fomos até ás salinas do Ludo, seguindo até ao caminho que vem da Ilha de Faro, para a Quinta do Lago. Daí, novamente até ao estacionamento. Distância, alguma...talvez 5 a 6 km. Tempo de caminhada, cerca de 2 horas e meia.

Sitio cheio de biodiversidade, onde as espécies mais evidentes são as aves, as plantas típicas destas paragens e os trilhos, sempre cheios de surpresas e de coisas novas. Senão, vejam...

Zona do Atlântico Parque, seguindo o trilho da esquerda em sentido ao Ludo. Vista Geral do lago.

Pato escondido num charco no meio dos eucaliptos

Alfarrobeira - Ceratonia siliqua, com um porte exemplar. Muito bonita e cuidada. Primeira paragem para fotos e descanso...

...da Maggie, que já começava a aqueçer! Mas estava muito contente com o passeio!

Perto da alfarrobeira, umas ruínas romanas de salga de peixe...que eu desconhecia por ali!

Pormenor das ruínas

Caminho sob os eucaliptus e acácias, ao longo do campo de golfe de S. Lourenço.

O tormento de muitas pessoas, mas de agrado de qualquer narizinho...Acácias em flor. Aqui o pormenor das suas flores.

Mais aves (patos, garças) num paraíso aqui tão perto.

Este, até se pôs de perfil, sem se mexer, para ficar bem na foto!

Os dois, juntinhos, Tête-a-tête a penicar o almocinho!

Flamingo, no meio dos patos, calmamente a petiscar.

Este, mal me deixou tirar esta foto, pois a maior parte do tempo, a sua cabeça estava mergulhada!
E assim se passou a tarde, calma e adorável, numa zona que para mim, é das mais importantes e belas do nosso Algarve.

Visitem e bons passeios...

domingo, novembro 14, 2010

Vila de Monchique e Fóia

Fóio - Setembro 2010. Aqui, as núvens estão abaixo de nós...
Fóia: ponto mais alto de todo o Algarve, com os seus cerca de 910 metros de altitude, transporta-nos para outra estação, mesmo em pleno dia de Verão. Neste dia, com cerca de 31ºC ao nível do mar, chegamos lá acima e a temperatura vai para os 12-13ºC!
Frio. Muito frio, para quem vai de vestes de Verão!

Ao chegar lá acima, podemos apreciar a vista sobre toda a Serra de Monchique, onde as árvores formam um verdejante tapete que cobre grande parte da Serra. Pena e triste, as manchas despovoadas de árvores que se avistam aqui e além, devido a "desastres" que o Homem  ainda insiste em manter e promover, com os fogos que se verificam ano após ano...
Subir ao cimo das pedras na Fóia.


 As árvores, como alguém escreveu, "formam um misterioso jardim, uma catedral natural que o mar emoldura no infinito."

Lá em cima, sentimos a fria briza e as núvens que por nós passam e nos fazem sentir como sendo "parte" da natureza, de forma nua e natural.







 Descemos, em sentido à Vila de Monchique. Pelo caminho, passando por caminhos emoldurados de vegetação luxuriante, fontes, ribeiros e regatos que a cada curva se vão descobrindo. É esta riqueza hidrológica que dá vida, cor e frescura a esta região.

Castanhas ainda dentro do "ouriço" em fase de amadurecimento.

Castanheiro (árvore adulta) - nome científico: Castanea sativa

Uma das espécies, entre muitas outras, que se evidenciam na paisagem, são os Castanheiros (Castanea sativa), que nesta altura do ano, nos fornecem o precioso fruto, que pelas ruas das nossas vilas e cidades nos fazem cescer a água na boca - as castanhas. Aqui, ainda em fase de maturação.
Caminhos na Serra da Monchique, entre Castanheiros e Eucaliptos.

Caminhos e mais caminhos, por entre árvores várias. Aqui, uma zona de eucaliptal.

A extracção de sienitos (usada nas pedras de calçada da região) e a extracção de cortiça, são duas das actividades económicas mais importantes na região, a par do engarrafamento da água de Monchique e da exploração florestal intensiva (eucaliptos e pinheiros).

Outras fontes de rendimento são os produtos agro-alimentares artesanais e a apicultura. A suinicultura e a agricultura de subsistência, em socalcos, tmabém são relevantes para a economia local. Convém referir a já famosa Feira dos Enchidos de Monchique!


Vistas panorâmicas da Serra, transporta-nos para várias direcções e orientações desde a Serra até ao mar, lá ao fundo...
Vista da Serra num dos muitos miradouros que se podem encontrar.

Vila de Monchique: arte e cultura popular encontram-se no centro da vila.
Descemos mais um pouco pela serra e chegamos á vila: Vila de Monchique.

Aqui, encontramos a tradição da vila, aliada à modernização, num misto de arte e tradição, que tanto motiva e incentiva o turismo local.
Alusão aos mais pequenos da vila.

Painel de azulejos, situado no centro da vila.

Vista panoramica da Vila de Monchique.

Mais uma das vistas da Serra de Monchique.


Vale a pena visitar, com calma e tempo, de forma a descobrir o que de genuíno ainda existe na nossa região.

Fui um dia muito bem passado, em família.

Ah, e já agora, não deixe de experimentar a melhor parte: a gastronomia local - doces e enchidos....hum!

Aprecie e....bons passeios.
Momentos da vida da Vila, onde o doutor conversava com os mais jovens da terra.

sexta-feira, junho 05, 2009

Tavira - Cabeça do Velho


Uma vez mais, e num agradável domingo de Junho, saímos para mais uma voltinha ao nosso Algarve interior (Sotavento Algarvio).


Por caminhos de serra, passámos por montes e vales e chegámos a esta localidade chamada de Cabeça do Velho.






Um sítio onde pareçe que o tempo parou e que o que vemos, é aquilo que alguns dos nossos antepassados, noutro século estavam a ver...




No cimo do monte, podemos ver a paisagem a 360º, muito para além do imaginável.

Paisagens ainda naturais com nenhuma ou pouca intervenção do Homen, e que nos permitem apreciar o lugar sem grandes interferências.


Paisagem límpida e livre de qualquer ruído, para além dos passaros ou qualquer viatura que por acaso ali circulava (que foram muito poucos, aliás!)










Pinheiros, Sobreiros, Medronheiros, Pistacias (daroeiras), Azinheiras, Oliveiras, Eucaliptus, Estevas, Romaninhos, Alfazemas e todos os suaves aromas da Natureza que nos ajudam a imaginar o cenário...

A cor do tronco de um sobreiro onde há dois anos foi retirada a cortiça (data referenciada no tronco), os fetos que ainda estão no seu pico, pois o calor ainda não apertou muito...


Andamos mais um pouco e chegamos então ao ponto mais alto da região. E aqui está o marco geodésico que o confirma:













Uma bonita imagem com o seu toque especial...
Uma mistura de religioso, sentido de conquista, marco para um momento no passado com um significado hoje comparado talvez à conquista dos céus, pelo maior arranha-céus construído numa qualquer cidade por esse mundo fora...

Quando puderem, dêem uma volta por aí e pode ser que encontrem este ou outro qualquer lugar de beleza idêntica ou maior...
Bons passeios...




















quinta-feira, junho 19, 2008

Albizia julibrissin - em flor

Hoje, trago-vos mais uma planta que pode ser vista em muitas ruas e avenidas das nossas vilas e cidades:


Albizia julibrissin assim se chama esta bonita árvore de pequeno porte.

Ainda há poucas semanas, não era mais do que um tronco com pequenos ramos que parecia nada prometer.



No entanto, esta semana, podem ver como ela ficou bonita.



Com uma cor que surpreende qualquer um, apresenta umas folhas com aparência muito suave e delicada, que sob uma pequena brisa, ondula de uma forma muito, muito elegante.




Uma vez que as flores aparecem sobre as folhas, quem poder contemplar esta árvore de cima, tem uma bonita imagem da sua beleza.




Relembro apenas que, tal como nós humanos podemos ser atraídos para a sua beleza, também os insectos, nomeadamente as abelhas, são bastante atraídos pelas suas flores. Assim, para quem não "gosta" de insectos ou se sinta incomodado com a sua presença, cuidado! Admirem-na á distância!


Eu, pessoalmente, considero esta árvore, uma das plantas deste mês de Junho, em que o sol tardou, mas depressa aqueceu...


Admirem-na, quando verem uma. Vale a pena...